Texto de Abrahão Crispim Filho
O mesmo argumento usado por ministros do Judiciário para não conceder um habeas corpus a Marcelo Odebrecht, envolvido na Lava Jato, serve para que Cunha, envolvido na Lava Jato, seja preso. O de poder interferir nas investigações, pressionar testemunhas e prejudicar a apuração dos fatos.
Com uma diferença, Marcelo Odebrecht não vai ou iria chantagear com deslizes matrimoniais de deputados, em nome de Deus e da família, ou corrupção, marca registrada dos que votaram pelo impeachment.
A propósito, o parecer do ministro Marco Aurélio Mello sobre o caso Cunha e que seria a pauta de quinta-feira, não fosse a liminar de Teori Zavascki, teria apenas destituído o presidente da Câmara. Zavascki foi bem mais além.






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