Da redação
| Foto: divulgação |
As principais delas são os CFCs (Clorofluorcarbonos), substâncias muito utilizadas como propelentes em produtos aerossóis (como desodorante spray), na produção de materiais plásticos e em equipamentos de refrigeração (como geladeiras).
A preservação da camada de ozônio é fundamental para impedir que grande parte das radiações ultravioleta atinja a superfície terrestre. Quando isso acontece, diversos danos podem ocorrer, como desenvolvimento de câncer de pele.
A tela “Ozônio”, de Marcelo Lopes, pela sua fluidez, traz reflexão sobre o tema. Ela nos lembra que substâncias como os CFCs prejudicam a camada de ozônio porque, quando atingidas pela radiação ultravioleta, têm suas moléculas decompostas, fazendo com que seus átomos livres reajam com a molécula de ozônio, transformando-a em uma molécula de gás oxigênio (O2). Isso diminui a concentração de ozônio e a filtragem dos raios ultravioleta, o que pode prejudicar a vida humana e a de muitos animais.
Oscar D’Ambrosio (@oscardambrosioinsta) é jornalista pela USP, mestre em Artes Visuais pela Unesp, graduado em Letras (Português e Inglês) e doutor em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e Gerente de Comunicação e Marketing da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Coordena o projeto @arteemtempodecoronavirus.






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